Suicídio cresce entre jovens e adolescentes no Brasil

Suicídio cresce entre jovens e adolescentes no Brasil

Pelo menos 25 pessoas tiram a própria vida diariamente no Brasil e pelo menos outras 50 tentam o suicídio, segundo informações do CVV (Centro de Valorização da Vida), que há 51 anos oferece serviços gratuitos de prevenção do suicídio e anuncia o lançamento de um folheto para quebrar tabus e esclarecer sobre os principais aspectos que cercam o tema.

O folheto, além de dados sobre o tema, que já vem sendo considerado um problema de saúde pública pelo Ministério da Saúde, chama a atenção para o crescimento dos casos de suicídio entre jovens e adolescentes, que é a terceira causa de morte na faixa etária de 15 a 35 anos no país.

A importância em quebrar tabus e esclarecer dúvidas sobre o suicídio é que com isso podemos evitar essas mortes. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), 90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos, desde que existam condições mínimas para oferta de ajuda voluntária ou profissional.

No folheto estão respostas para 14 perguntas:

  1. Como podemos definir o suicídio?
  2. O que leva uma pessoa a se matar?
  3. Como se sente quem quer se matar?
  4. O sentimento e o impulso suicidas são normais?
  5. Quem se mata mais: meninos ou meninas?
  6. O suicídio está vinculado a alguma doença mental?
  7. Pessoas que ameaçam se matar podem desistir da ideia?
  8. As pessoas que tentam suicídio pedem socorro?
  9. Quem está por perto pode ajudar? Como?
  10. Como o suicídio é visto pela sociedade?
  11. O mundo atual tem influência no número de suicídios?
  12. Quais as estatísticas sobre suicídio no brasil?
  13. O suicídio pode ser prevenido?
  14. Quem oferece ajuda para pessoas com intenção de se matar?

“É preciso perder o medo de se aproximar das pessoas e oferecer ajuda. A pessoa que está numa crise suicida se percebe sozinha e isolada. Se um amigo se aproximar e perguntar “tem algo que eu possa fazer para te ajudar?”, a pessoa pode sentir abertura para desabafar. Nessa hora, ter alguém para ouvi-la pode fazer toda a diferença. E qualquer um pode ser esse “ombro amigo”, que ouve sem fazer críticas ou dar conselhos. Quem decide ajudar não deve se preocupar com o que vai falar. O importante é estar preparado para ouvir.” São alguns dos ensinamentos do CVV.

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Author: Renata

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